
Bufê de casamento custa a partir de R$ 80 por cabeça
Opções oferecem cerimonial com música por R$ 5 mil
e doces para 200 pessoas por R$ 1 mil
e doces para 200 pessoas por R$ 1 mil
Um traje de segunda locação custa de R$ 600 até R$ 3 mil,
em média, no mercado
em média, no mercado
Para quem quer fazer o casamento dos sonhos e economizar, a indústria do casamento oferece opções mais em conta. Um bufê na zona Sul oferece pacotes acima de R$ 120 por pessoa, que incluem bufê express, DJ e salão. Na média, por cabeça um bufê pode cobrar de R$ 80 até R$ 180 por cabeça (bebidas como vodcas e uísques são por conta dos noivos).
A noiva pode alugar um vestido, em vez de fazer um sob encomenda. Um traje de segunda locação custa de R$ 600 até R$ 3 mil, em média, no mercado. O mesmo pode acontecer com o noivo: o segundo aluguel de uma casaca pode sair por R$ 550.
Um cerimonial com música pode custar, em média, de R$ 4 mil a R$ 5 mil. Fazer as unhas, a maquiagem e o cabelo para a cerimônia pode sair mais em conta se estiver em um pacote ou em um salão de beleza alternativo, que pode custar em torno de R$ 200.
Com os doces, os noivos podem economizar. Para uma festa de 200 convidados, os gastos com os docinhos da mesa podem ser de R$ 1 mil. Fechar o pacote com uma doceria pode sair mais em conta e incluir os bem-casados e o bolo.
Religioso
Na comparação com 2010, no primeiro quadrimestre de 2011, houve uma queda de 2% no número de casamentos civis em Ribeirão Preto.
Juntos, os três cartórios da cidade fizeram 1.005 casamentos nos quatro primeiros meses de 2010, contra 987 entre janeiro e abril deste ano. A tabela praticada nos cartórios é a determinada em lei valendo para todo o Estado e inclui valores do casamento mais a publicação do edital de proclamas. A tabela é reajustada anualmente.
Em 2009, o casamento civil custava R$ 270; em 2010, passou para R$ 285; agora custa R$ 302. O mesmo acontece com o casamento no religioso. Segundo Rodrigo Assis, secretário paroquial da Catedral Metropolitana de Ribeirão Preto, em 2006, o custo do casamento religioso com efeito civil era de R$ 200, contra os atuais R$ 320.
Dívidas
Quem quer o casamento dos sonhos e, com isso, vai se endividar, a dica é planejar antes, economizar ao máximo e não usar nem o cartão de crédito e nem o cheque especial, duas das modalidades que mais cobram juros no mercado.
"O certo mesmo é não contrair dívida alguma, até para que o casal consiga bons descontos", diz o economista Flavio Antunes Estaiano, especialista em indicadores econômicos.
Se não houver outra maneira, diz Estaiano, a melhor alternativa é fazer empréstimo na modalidade de crédito pessoal, que cobra juros que variam de 6% a 7,3%, conforme a instituição.
O economista diz que, se o casal puder contrair o empréstimo por meio de aposentados, a juros menores, é uma opção. Mas, neste caso, alerta, é preciso ter uma relação de confiança e cumprimento do pagamento.
Outra opção é negociar diretamente com a empresa, que pode cobrar menos.










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