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sábado, 18 de junho de 2011

Festa infantil vira bom negócio

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Festa infantil vira bom negócio

Folha de S.Paulo
Profissionalizada, a indústria de festa infantil tem crescido 30% ao ano e, em 2011, os cerca de 4.000 bufês no país devem ultrapassar R$ 1 bilhão em faturamento.

Há os "culpados" usuais: melhora da renda, ascensão da classe C e alta do consumo.

"Mas, sobretudo, o bufê infantil tem se mostrado uma boa oportunidade de negócio", diz Marcelo Golfieri, 41 anos, dono da Catavento, rede de cinco bufês em São Paulo, que vai inaugurar a primeira loja franqueada do setor.

Segundo o Sebrae-SP, a lucratividade média (lucro sobre venda) dos bufês é de 28%; em restaurantes, é de 17%.

O diretor da Assebi (entidade que congrega os bufês infantis), Adriano Chiofalo, estima que dois terços dos bufês de São Paulo sejam de médio porte (até 650 m2, para aproximadamente 150 convidados) e tenham faturamento médio de R$ 60 mil por mês.

Concorrência
O número de casas que abrem tem aumentado, assim como o das unidades que fecham, e o motivo é a falta de capacitação para gerir o negócio, apertado pela alta da concorrência. Segundo Maísa Blumenfeld, consultora do Sebrae-SP, que acompanha esse mercado, as casas fecham devido à falta de planejamento e de identificação do gestor com o segmento --que exige dedicação no fim de semana.

Ela reclama ainda que a categoria é pouco organizada na obtenção de dados. Os mais confiáveis são da Assebi e da Universidade da Diversão.

Para suprir a demanda de profissionalização do setor, Golfieri fundou, em São Caetano do Sul (Grande SP), uma escola especializada em formar profissionais para bufês infantis (de garçons a gerentes): a Universidade da Diversão. O empresário também aproveitou a chance e abriu uma fábrica de brinquedos adaptados para essas casas.

Segundo Chiofalo, R$ 500 mil é o "investimento mínimo para garantir a competitividade". "Mas o retorno do capital investido é razoavelmente rápido, em dois anos", afirma. Na Grande São Paulo, o número de bufês hoje chega a mil, o dobro de 2005.

Isso porque, nos bufês mais incrementados, o pula-pula e a piscina de bolinhas deram lugar à montanha-russa e ao cinema 4D (no qual cadeiras se mexem), em festas que chegam a custar, em média, de R$ 3.000 a R$ 15 mil.

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